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Categoria: Opinião

Afinal, que “Cidadania” é esta?

O que é tão importante e urgente na disciplina de “cidadania”, que leva o Ministério da Educação, presidido pelo Dr. Tiago Brandão, a chumbar alunos do quadro de excelência, com cincos a tudo, excelentes cidadãos, respeitadores e totalmente integrados?

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Dois Pesos e Duas Medidas

De modo semelhante, embora a pigmentação da pele e a estrutura óssea também sejam determinadas geneticamente, a raça é uma representação social para a qual contribuem fatores sociais e psicológicos, para já não referir estruturas de poder e mecanismos de exploração social. Infeliz e incompreensivelmente, se a fluidez de género tem vindo a encontrar aceitação cada vez mais generalizada, a fluidez de raça continua a sofrer de um forte estigma social lesador dos direitos humanos mais básicos.

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Eichmann: A Culpa é do Maquinista!

Recorrendo a um sofisma, afirma o autor desse artigo que há quem queira “que a cidadania seja uma opção e não um dever de todos”. Claro que, com a mesma razão, ou falta dela, o secretário de Estado, por ser facultativa a disciplina de Religião e Moral, também deveria concluir que são imorais os que são contra a obrigatoriedade desta matéria, pois entenderiam que a moralidade é facultativa…

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O Teu Filho Pertence-me

Estamos perante a abdicação da família de um dos seus papeis mais importantes, a educação, a capacidade da mãe e do pai educarem, naturalmente segundo as suas crenças, convicções e noção do certo e do errado os seus filhos, tomarem um papel activo e não deixarem para outros essa tarefa que lhes cabe.

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A Culpa é Pessoal e Intransmissível

Se os portugueses de seiscentos e setecentos que traficaram ou possuíram escravos foi uma ínfima minoria, não será o pedir desculpa pelo ‘esclavagismo português’ um insulto à memória da grande maioria que nunca teve nada a haver com o assunto?

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Quando a Oferta Encontra a sua Procura

Por exemplo: será que arrendar o corpo para prostituição uma liberdade fundamental? Ou será antes uma perversão da liberdade, perversão essa que mais não é que uma forma de tirania? E será que vender o próprio corpo para canibalismo um direito natural numa sociedade livre ou um sinal da corrupção da autonomia individual? E se uma destas “liberdades” for legitima, porque não a outra?

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