Nos últimos dias, especialmente após a manifestação das forças de segurança em frente à assembleia da república, do qual o ‘Movimento Zero’ faz parte, foram vários os artigos por parte dos meios de comunicação social a atribuir o famoso sinal do movimento, à supremacia branca, como forma de tentativa de descredibilização do mesmo.
“Símbolo de ‘supremacia branca’ na manifestação das forças de segurança”, depressa a SIC rotulou o afamado gesto, nos quais se seguiram vários outros jornais e agências de notícias como os bons papagaios que são uns dos outros, a repetirem todos a mesma narrativa.
Como se seria de esperar os “detentores da verdade”, o Polígrafo, depressa pegaram no tema de forma a atirar também mais areia aos olhos do público.
Polícias do Movimento Zero fizeram gesto racista de “supremacia branca” na manifestação?” perguntava já o Polígrafo numa pergunta que inclui desde logo juízos de valor. Como seria de se esperar, este jornal que não passa de um auxiliar do sistema veio logo a defender a SIC, do qual faz parte ao dizer que sim, que fizeram um gesto racista pertencente à supremacia branca.
De onde vem então esta alegada conotação?
Em Fevereiro de 2017, os usuários do fórum online 4chan lançaram a Operação O-KKK para “inundar o Twitter e outros sites das redes sociais”, com mensagens a afirmar que o gesto OK era na realidade um “símbolo de supremacia branca”, juntamente com uma imagem de um símbolo OK identificando 3 dedos como símbolo para “W” (de White) e o círculo do polegar e indicador como símbolo para “P” (Power).
Como seria de esperar, os média internacionais morderam o isco.
No dia 30 de abril, The Independent publicou um artigo afirmando que “a Liga Anti-Difamação (ADL) caracteriza o símbolo como um ‘sinal racista’”, citando uma entrada no banco de dados da ADL de uma mulher ao segurar a mão na forma de um “W” ao lado de uma mão a formar a letra “P”. Nesse mesmo dia, o BuzzFeed publicou um artigo intitulado de “Os Internautas pró-Trump continuam a fabricar falsos símbolos de ódio, e as pessoas continuam a cair nos mesmos.” Ou seja, não só os meios de comunicação social Portugueses caíram numa fabricação com 2 anos, como também não conseguiram se quer tirar ilações dos erros das suas contrapartes Americanas ou fazer qualquer trabalho investigativo sobre as mesmas, tomando a palavra de organizações dúbias (a ADL) como verdade absoluta.
No dia 30 de abril, The Independent publicou um artigo afirmando que “a Liga Anti-Difamação (ADL) caracteriza o símbolo como um ‘sinal racista’”, citando uma entrada no banco de dados da ADL de uma mulher ao segurar a mão na forma de um “W” ao lado de uma mão a formar a letra “P”. Nesse mesmo dia, o BuzzFeed publicou um artigo intitulado de “Os Internautas pró-Trump continuam a fabricar falsos símbolos de ódio, e as pessoas continuam a cair nos mesmos.” Ou seja, não só os meios de comunicação social Portugueses caíram numa fabricação com 2 anos, como também não conseguiram se quer tirar ilações dos erros das suas contrapartes Americanas ou fazer qualquer trabalho investigativo sobre as mesmas, tomando a palavra de organizações dúbias (a ADL) como verdade absoluta.
No dia 30 de abril, The Independent publicou um artigo afirmando que “a Liga Anti-Difamação (ADL) caracteriza o símbolo como um ‘sinal racista’”, citando uma entrada no banco de dados da ADL de uma mulher ao segurar a mão na forma de um “W” ao lado de uma mão a formar a letra “P”. Nesse mesmo dia, o BuzzFeed publicou um artigo intitulado de “Os Internautas pró-Trump continuam a fabricar falsos símbolos de ódio, e as pessoas continuam a cair nos mesmos.” Ou seja, não só os meios de comunicação social Portugueses caíram numa fabricação com 2 anos, como também não conseguiram se quer tirar ilações dos erros das suas contrapartes Americanas ou fazer qualquer trabalho investigativo sobre as mesmas, tomando a palavra de organizações dúbias (a ADL) como verdade absoluta.
Por fim, interessa saber o que é o Movimento Zero e os seus próprios membros têm a dizer sobre este símbolo.

Como podemos ver, de acordo com a própria explicação dos mesmos, o gesto significa apenas um redondo zero, e os três dedos são os três pilares da sua luta – zero abordagens, zero detenções e zero autos de contra-ordenações (nunca ignorando situações graves).
O vídeo acaba de forma humorística, mostrando vários objectos e personalidades da extrema-esquerda e da esquerda a ostentarem esse símbolo, descredibilizando em si, uma comunicação social já com muito pouca credibilidade, incluindo o Jornal Polígrafo.
Um dos vídeos da reportagem do Notícias Viriato na Manifestação de 21 de Novembro

Artigo escrito Pré-AO de 1990
Beirão

VERDADE VS POLÍGRAFO

1º ARTIGO

2º ARTIGO

3º ARTIGO
4º ARTIGO